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Notícias

Conclusões do Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, março 2026

  • 23/03/2026
  • Notícias, Notícias Principais

O Conselho Geral da Cáritas Portuguesa reuniu entre os dias 20 e 22 de março de 2026. Foi acolhido pela Diocese de Portalegre-Castelo Branco e contou com a presença de 19 das 20 Cáritas Diocesanas.

O encontro teve lugar num tempo particularmente difícil da nossa história comum em que o mundo estremece sob o peso de conflitos persistentes e novos. A dor das famílias dilaceradas, a falta de esperança das crianças, a angústia dos que fogem e a incapacidade de tantas comunidades para se reconstruírem lembram-nos que a paz não é um conceito abstrato, mas um compromisso efetivo e de todos com a dignidade humana. O horror da guerra também liberta ondas de choque geradora de impactos sociais, ambientais e económicos que não conhecem fronteiras e afetam profundamente as famílias, principalmente as mais vulneráveis. “A Paz esteja convosco”, a primeira alocução do Papa Leão XIV na bênção Urbi et Orbi, recordando as palavras de Jesus ressuscitado, exprime o desejo comum de todos quantos fazem a Cáritas.

As alterações climáticas constituem um dos maiores desafios do nosso tempo. Os fenómenos extremos são cada vez mais recorrentes e têm um forte impacto nas pessoas e nos territórios. Dois meses após o comboio de tempestades que assolou várias partes de Portugal, em particular a tempestade Kristin, a rede Cáritas permanece junto dos mais vulneráveis: esteve presente desde a primeira hora e continua comprometida com o longo prazo. Neste Conselho Geral foram lembradas as vítimas e expressa gratidão aos voluntários, colaboradores, doadores, empresas, autoridades locais e a todos os que se têm empenhado em devolver vida e esperança às regiões afetadas. O Conselho reconheceu a ação pronta da Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima na resposta a esta calamidade com a aprovação de um voto de louvor. O compromisso da Cáritas é a permanência, a proximidade e a especial atenção às famílias que, direta ou indiretamente, sofreram e sofrem com esta tragédia.

A sessão de abertura foi conduzida por Nuno Brito, presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre–Castelo Branco que acolheu os presentes.

  1. José Traquina, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, que presidiu ao Conselho Geral, salientou a sua alegria com a solidariedade e proximidade da rede Cáritas na resposta às tempestades. “No meio da dificuldade surgem os melhores sentimentos de solidariedade”, disse. Face à realidade que vivemos referiu que “quem faz a guerra não quer o domínio da lei, quer usar os meios e a tecnologia para atingir os seus fins” e que a Cáritas é “nome do amor generoso que pode transformar. É uma força invisível que nos mobiliza no sentido do bem comum, no sentido do outro.”

O Núncio Apostólico, D. Andrés Carrascosa Coso, enviou uma mensagem ao Conselho Geral, lida pelo Pe. José Manuel Pereira de Almeida, assistente Eclesiástico da Cáritas Portuguesa, na qual manifestou o apreço pela Cáritas “serviço da Igreja dedicado, que coloca também perante toda a sociedade a realidade tão sofrida que atravessa tantas pessoas, constitui um testemunho eloquente da Caridade Cristã”, e prosseguiu dizendo “o Santo Padre, mostrando vivo reconhecimento pelo vosso serviço, encoraja todos os membros da Cáritas a perseverarem com generosidade na sua missão, certos de que cada gesto de solidariedade contribui para levar a consolação e a misericórdia de Deus aos que mais precisam e concede a todos, responsáveis, colaboradores e voluntários uma propiciadora Bênção Apostólica”.

A presidente da Cáritas Portuguesa, Rita Valadas, destacou o entusiasmo e alegria com que a Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco recebeu os conselheiros. Valorizou “a importância do Conselho como espaço privilegiado que enriquece o encontro e a partilha”. Saudou a mesa e todos os participantes dando nota da importância de assinalar os 70 anos da Cáritas ao dizer, “apesar de os tempos não serem de celebração, não podemos deixar de destacar o caminho feito ao lado dos mais pobres e reafirmar a nossa missão para o futuro”.

De seguida, tomou a palavra a presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Carvalho, que ao dar as boas-vindas em nome do município à rede Cáritas qualificou o seu trabalho como “exemplo notável em Portugal e no mundo, que é uma presença mais visível sobretudo em tempo de adversidade, emergência e catástrofe.” Salientou a parceira com a Cáritas Diocesana que tem permitido dar uma resposta mais digna às pessoas que necessitam de apoio.

  1. Pedro Fernandes, Bispo da Diocese de Portalegre–Castelo Branco, encerrou o momento solene com uma calorosa saudação: “sejam bem-vindos!” e com gratidão pela escolha da cidade e da Diocese para acolher o Conselho. Sublinhou que “a Cáritas é uma grande e preciosa instituição. O rosto decisivo da Igreja junto dos pobres a favor da justiça social”. Agradeceu “O valor incalculável do trabalho realizado e deu Graças a Deus por todos os que serviram a Cáritas desde a sua existência em Portugal”.

Para assinalar os 70 anos da Cáritas Portuguesa, Elícidio Bilé partilhou algumas das memórias mais marcantes da Instituição que viveu ao longo do seu compromisso de quase décadas com este serviço da Igreja, num momento emotivo e profundamente simbólico para todos.

Cumprindo as determinações estatutárias, foram aprovados os documentos submetidos a apreciação, entre os quais o Relatório de Atividades e  Contas de 2025. A Cáritas Diocesana da Guarda foi escolhida para acolher o primeiro Conselho Geral de 2027. 

No âmbito da atuação em situação de emergência, em Portugal, e a partir da experiência da resposta às tempestades recentes, os representantes das Cáritas Diocesanas assumiram a necessidade de rever procedimentos, reforçar práticas e melhorar significativamente a comunicação, por forma a garantir uma resposta mais coerente com o seu referencial comum, o PIREC — Plano Institucional de Resposta a Emergência da Cáritas.

Os Grupos de Trabalho e as Comunidades de Prática, espaços de participação privilegiada da Cáritas, apresentaram os desenvolvimentos alcançados ao longo do último ano e as metas para 2026. O Conselho considerou necessário aprimorar o modelo de funcionamento destas estruturas e definir novas prioridades.

Foram abordados aspetos operativos das campanhas nacionais, em especial a Semana Nacional Cáritas e a operação 10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz. Os conselheiros assumiram, também, o compromisso de concretizar, durante o presente ano, a renovação da comunicação digital, em particular os sites da Rede Cáritas em Portugal.

No domingo, D. Pedro Fernandes proferiu a conferência “Em missão com a Cáritas: partilha de uma experiência”, onde transmitiu vivências pessoais da sua relação com a Cáritas, particularmente em Moçambique, e o contributo desta instituição no desenvolvimento da experiência “Igreja das pequenas comunidades ministeriais”. Num contexto adverso dos anos 80, a Igreja, através da Cáritas, era efetivamente uma visível que trazia a esperança à população. No final deixou um conjunto de princípios essenciais que ainda hoje devem nortear a instituição:

  • Comunidade corresponsável e participativa, onde as pessoas são sujeitos da sua própria história na primeira pessoa;
  • Cáritas organização comunitária e eclesial ao serviço das pessoas;
  • Cáritas na Pastoral de conjunto;
  • Prestação de contas transparente e clara sobretudo à comunidade;
  • Cáritas a colaborar com todos os outros e centrado nas pessoas e não nos programas.

O Conselho Geral da Cáritas Portuguesa encerrou no domingo, dia 22 de março, com a celebração da Eucaristia na Sé de Portalegre, presidida pelo Bispo Diocesano, em comunhão com a comunidade local.


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