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Notícias

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

  • 09/03/2026
  • Notícias, Notícias Principais

Para todas as mulheres e meninas: Dignidade, Justiça e Ação.

No passado dia 8 de março celebrou-se o Dia Internacional da Mulher. A rede Cáritas, através da Caritas Internationalis, juntou-se ao apelo global pela promoção da igualdade, proteção da dignidade humana e garantia de segurança e justiça para todas as mulheres e meninas- não como ideais, mas como realidades vividas.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma: «Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei.» (Artigo 7.º), ecoando o relato da criação no livro de Génesis 1:27, que nos diz: «Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.»

Ainda assim, em 2026, as mulheres em todo o mundo detêm apenas 64% dos direitos legais de que os homens beneficiam, de acordo com o relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas, «Garantir e reforçar o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas».

Ao ritmo atual, seriam necessários 286 anos para colmatar essa lacuna. Tal não é aceitável.

Para a Cáritas, a igualdade entre mulheres e homens está enraizada na crença de que todas as pessoas são criadas à imagem e semelhança de Deus. A dignidade humana é universal e indivisível.

Quando a dignidade das mulheres e das meninas é ignorada, ou quando barreiras sociais, culturais ou económicas as impedem de realizar plenamente a sua vocação, os seus talentos e a sua participação na sociedade, a nossa humanidade comum é diminuída.

Defender a sua dignidade e promover o seu empoderamento, liderança e participação igualitária na procura do bem comum são essenciais para o florescimento de toda a família humana.

Igualdade da mulher, participação e liderança

O setor humanitário e de desenvolvimento enfrenta cortes financeiros significativos. Mas a proteção da dignidade humana e a promoção da igualdade e liderança das mulheres não podem ser deixadas de lado.

As mulheres não devem nunca ser reduzidas a beneficiárias passivas de ajuda. Elas lideram famílias, fortalecem comunidades, resolvem conflitos e constroem resiliência.

Reconhecer, apoiar e investir na liderança das mulheres – tanto nas comunidades como nas nossas próprias estruturas – é essencial para o desenvolvimento humano autêntico e integral, para o florescimento humano e para uma mudança duradoura.

Como escreve o Papa Leão XIV em Dilexi Te, «duplamente pobres são aquelas mulheres que enfrentam situações de exclusão, maus-tratos e violência».

As mulheres são frequentemente as mais afetadas pela pobreza, injustiça e desigualdade, mas demonstram diariamente uma coragem e liderança extraordinárias.

A Cáritas reafirma o seu compromisso de manter a plena participação, inclusão e empoderamento das mulheres no centro de todo o nosso trabalho – as nossas políticas, programas, governação e advocacia – mesmo em tempos de restrições financeiras. A igualdade e a dignidade não estão sujeitas a ciclos orçamentais. A justiça não é opcional.

«As mulheres não estão apenas no centro das nossas comunidades, mas também na vanguarda da transformação. Mesmo numa época de recursos cada vez mais escassos, a Cáritas permanece firme no seu compromisso de aumentar a liderança das mulheres, tanto a nível local como global. A igualdade não é uma aspiração que adiamos quando os orçamentos são reduzidos, é um princípio que defendemos porque as comunidades resilientes são construídas quando mulheres e homens lideram, participam plenamente e moldam as decisões que afetam as suas vidas.» – Mena Antonio, Vice-Presidente, Caritas Internationalis

Proteger as mulheres e meninas em tempos de crise

O mundo atual enfrenta muitas crises simultâneas: conflitos generalizados, deslocamentos forçados, choques climáticos, insegurança alimentar e instabilidade económica.

Essas crises afetam mais fortemente as mulheres e as meninas. Quando os sistemas entram em colapso, os riscos de violência, exploração, tráfico e exclusão aumentam. O acesso a alimentos, água, cuidados básicos de saúde, educação e meios de vida dignos torna-se mais frágil. As proteções legais frequentemente enfraquecem quando mais são necessárias.

A proteção deve, portanto, continuar a ser central na ação humanitária. Proteger as mulheres e meninas e garantir o acesso a meios de vida dignos e sustentáveis é fundamental, não opcional.

«Em guerras e conflitos, as mulheres e as meninas sofrem frequentemente mais, sendo forçadas a fugir das suas casas e comunidades para salvar as suas vidas, muitas vezes sujeitas a abusos físicos e sexuais maliciosos, abandonadas para cuidar dos seus filhos, com os ataques mais graves aos seus direitos mais básicos. O compromisso da Cáritas é claro: é obrigatório manter as pessoas seguras. Devemos garantir que a segurança, a dignidade e a autonomia das mulheres e meninas sejam fundamentais em todas as nossas respostas humanitárias. Devemos esforçar-nos para garantir que todas as pessoas que servimos estejam protegidas, livres de exploração e abuso, e tenham meios de vida e oportunidades que lhes permitam reconstruir as suas vidas com dignidade, esperança e resiliência.» – Alistair Dutton, Secretário-Geral, Caritas Internationalis.

Em mais de 200 países e territórios, a Cáritas trabalha com comunidades a enfrentar desastres e pobreza. Iniciativas como “Mulheres tecelãs da esperança” (women weavers of hope) demonstram que as mulheres não são apenas sobreviventes de crise, mas construtoras da paz, reconciliação e renovação.

Das palavras à ação

Este Dia Internacional da Mulher apelou a medidas concretas para:

  • Garantir os direitos fundamentais e o desenvolvimento integral das mulheres e meninas na lei e na prática.
  • Promover a participação significativa e a liderança das mulheres em todos os níveis da sociedade.
  • Garantir que a ação humanitária prioriza a proteção e a salvaguarda das mulheres e meninas, o acesso equitativo a meios de vida dignos e a inclusão económica.
  • Garantir que as mulheres sejam equitativamente envolvidas nas decisões que as afetam.

A ação para garantir a justiça e a igualdade é um imperativo moral baseado na dignidade inviolável e no valor intrínseco de cada pessoa humana e contribui para o bem comum.

A Cáritas renova o seu compromisso de apoiar as mulheres e meninas em todo o mundo, especialmente as mais afetadas pela pobreza, crise e exclusão, e de trabalhar por um mundo onde a igualdade não seja apenas prometida, mas concretizada, e onde a dignidade que lhes foi dada por Deus seja reconhecida, protegida e possa florescer, tanto na lei como na prática.

Texto original e fotos: https://www.caritas.org/statement/for-all-women-and-girls-dignity-justice-and-action/


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